Trabalhadores têm até 19 de dezembro para receber a segunda parcela do décimo terceiro salário, com descontos obrigatórios
O prazo para o pagamento da segunda parcela do décimo terceiro salário termina nesta sexta-feira (19), marcando um momento crucial para milhões de trabalhadores brasileiros com carteira assinada. Este benefício anual, previsto na legislação trabalhista, é aguardado tanto por empregados do setor público quanto privado, além de aposentados e pensionistas do INSS, que também têm direito ao bônus equivalente a um salário mensal.
Contexto e regras do pagamento
A legislação determina que o pagamento do décimo terceiro deve ser concluído até 20 de dezembro. Contudo, neste ano, como a data cai em um final de semana, o prazo foi antecipado para o dia útil anterior. Empresas que não realizaram o adiantamento do benefício precisam efetuar o depósito integral até esta sexta-feira, evitando penalidades e garantindo o direito dos trabalhadores.
Diferenças entre as parcelas e descontos obrigatórios
A segunda parcela do décimo terceiro salário costuma apresentar valores inferiores à primeira, pois nela incidem descontos obrigatórios, como a contribuição previdenciária e, para quem se enquadra, o Imposto de Renda. O cálculo do benefício é proporcional ao tempo trabalhado no ano: quem esteve empregado durante todos os meses recebe o valor integral, enquanto quem trabalhou por menos tempo recebe proporcionalmente. Benefícios adicionais, como adicional noturno e insalubridade, também entram na base de cálculo, ampliando o valor para alguns profissionais.
Exceções e direitos
É importante destacar que trabalhadores demitidos por justa causa perdem o direito ao décimo terceiro, conforme prevê a legislação. Já aqueles dispensados sem justa causa recebem o valor proporcional no momento do acerto de contas, assegurando uma compensação financeira mesmo em caso de desligamento.
O impacto do décimo terceiro na vida financeira
O décimo terceiro salário representa uma oportunidade estratégica para o planejamento financeiro das famílias brasileiras. Para quem está começando a organizar as finanças, o valor pode ser fundamental para a formação de uma reserva de emergência, protegendo contra imprevistos. Já para investidores mais experientes, o benefício pode ser direcionado para aplicações em renda fixa, ações, fundos de investimento ou outros ativos, ampliando o patrimônio e potencializando ganhos futuros.
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