Evento em três países exige atenção a custos, câmbio e documentação para acompanhar seleção
O cenário esportivo global será palco de um marco inédito em 2026: a Copa do Mundo será realizada simultaneamente em três países – Estados Unidos, Canadá e México. Essa decisão histórica não apenas amplia o alcance do evento, mas também impõe novos desafios logísticos e financeiros para torcedores brasileiros que desejam acompanhar de perto a seleção nacional.
Contexto e impacto para o público brasileiro
O ano de 2026 já se desenha movimentado para o Brasil, com eleições gerais e a expectativa em torno da Copa do Mundo da América do Norte. Os jogos do Brasil estão programados para ocorrer nos Estados Unidos, enquanto outras partidas se espalham por cidades canadenses e mexicanas. Para quem sonha em assistir a um jogo in loco, o planejamento financeiro é fundamental. Custos com passagens, hospedagem e alimentação devem ser cuidadosamente calculados, especialmente diante das oscilações do dólar.
Planejamento financeiro: o segredo para aproveitar a Copa
Uma viagem econômica para os Estados Unidos durante o evento pode custar menos de R$ 5 mil, considerando tarifas aéreas a partir de R$ 3 mil – valores que variam conforme a antecedência da compra. Ferramentas digitais como buscadores de passagens e plataformas de reservas de hotéis são aliadas importantes para encontrar as melhores ofertas. Para quem busca mais conforto ou experiências exclusivas, pacotes turísticos para cidades como Nova Iorque partem de R$ 8 mil, enquanto destinos litorâneos, como a Califórnia, podem ultrapassar R$ 10 mil por pessoa.
Ingressos e custos adicionais
O ingresso para a fase de grupos deve girar em torno de US$ 60 (aproximadamente R$ 325), mas para a grande final, o valor pode chegar a US$ 6,7 mil (cerca de R$ 36,4 mil). Além disso, é imprescindível considerar o custo do visto americano, atualmente em US$ 185 (cerca de R$ 1 mil), e lembrar que a compra de ingressos e passagens não garante a entrada nos países-sede sem a documentação adequada.
Variação cambial e estratégias de proteção
Apesar de o dólar ter apresentado relativa estabilidade e até desvalorização frente ao real em 2025, o cenário global permanece incerto. Analistas recomendam a dolarização de parte dos investimentos para quem planeja viajar, como forma de proteger o poder de compra diante de possíveis oscilações cambiais. Essa estratégia é válida não apenas para os Estados Unidos, mas também para Canadá e México, onde o dólar americano serve como referência.
Projeções e recomendações
O ambiente macroeconômico internacional segue volátil, com riscos ligados a tarifas, conflitos comerciais e mudanças repentinas no valor das moedas. Diante disso, antecipar a compra de dólares e planejar os gastos em moeda estrangeira são atitudes prudentes para evitar surpresas desagradáveis durante a Copa do Mundo.
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