Pagamentos de dividendos e JCP reforçam retorno ao acionista com resultados financeiros sólidos
A Petrobras (PETR4) inicia nesta sexta-feira, 21, a distribuição de R$ 8,7 bilhões em proventos referentes ao segundo trimestre de 2025, contemplando tanto dividendos quanto Juros Sobre o Capital Próprio (JCP).
O movimento reforça o compromisso da companhia com a remuneração ao acionista, aspecto cada vez mais valorizado em um cenário de busca por previsibilidade e retorno no mercado de ações brasileiro.
Detalhamento dos pagamentos
O primeiro pagamento, no valor de R$ 0,33596205 por ação de PETR3 e PETR4, ocorre hoje, na modalidade de JCP. Já o segundo repasse está agendado para 22 de dezembro, mantendo o valor de R$ 0,33596204 por ação, sendo R$ 0,20092175 destinados a dividendos e R$ 0,13504029 a JCP. Importante destacar que o JCP está sujeito à retenção de 15% de Imposto de Renda na fonte, o que impacta o valor líquido recebido pelo investidor.
A data de corte para ter direito aos proventos é 21 de agosto de 2025, o que exige atenção dos investidores que buscam maximizar seus ganhos com a estratégia de "data com". O calendário de pagamentos e a composição entre dividendos e JCP refletem a política de distribuição da Petrobras, que busca equilibrar retorno ao acionista e sustentabilidade financeira.
Desempenho financeiro robusto sustenta distribuição
Os resultados do terceiro trimestre de 2025 reforçam a capacidade da Petrobras de manter uma política consistente de proventos. A companhia reportou lucro líquido de US$ 6 bilhões, avanço de 2,7% em relação ao mesmo período do ano anterior e expressivos 27,3% sobre o segundo trimestre de 2025. O Ebitda ajustado também apresentou crescimento, atingindo US$ 11,7 bilhões, alta de 2,2% na comparação anual e 26,9% na base trimestral.
A receita de vendas totalizou US$ 23,4 bilhões, com leve alta de 0,5% frente ao terceiro trimestre de 2024 e incremento de 11,6% sobre o trimestre anterior. Apesar do fluxo de caixa livre ter recuado 27,6% em um ano, houve recuperação de 44,2% na comparação trimestral, alcançando US$ 4,9 bilhões. A dívida líquida, por sua vez, subiu para US$ 59 bilhões, um aumento de 33,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, sinalizando atenção para o endividamento, mas sem comprometer a robustez operacional da empresa.
Análise e perspectivas para o investidor
A distribuição de proventos pela Petrobras segue como um dos principais atrativos para investidores que buscam renda passiva e exposição ao setor de energia. O desempenho financeiro sólido, aliado à previsibilidade dos pagamentos, reforça a atratividade das ações PETR3 e PETR4 no portfólio de quem valoriza dividendos recorrentes.
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