Investimento em CDB oferece rentabilidade líquida maior que Tesouro Selic e poupança no próximo ano
CDB a 105% do CDI: por que rende mais que o Tesouro Selic e a poupança em 2026?
No cenário atual de juros elevados e expectativas de cortes na taxa Selic, muitos investidores buscam alternativas mais rentáveis à tradicional poupança. O Certificado de Depósito Bancário (CDB) que remunera 105% do CDI desponta como uma das opções mais atrativas da renda fixa, superando inclusive o Tesouro Selic em rentabilidade líquida para 2026.
Comparativo de rentabilidade: CDB x Tesouro Selic x Poupança
Ao investir R$ 50 mil em um CDB com taxa de 105% do CDI, o investidor pode alcançar um valor bruto de R$ 57.066,80 em 12 meses. Após o desconto do imposto de renda, o valor líquido chega a R$ 55.830,11, superando com folga os R$ 54.125,00 prometidos pela poupança no mesmo período. O Tesouro Selic, considerado o título mais seguro do Brasil, deve entregar uma valorização de 11,12% ao ano, enquanto o CDB atinge 11,66% ao ano, segundo projeções do mercado.
Por que o CDB paga mais?
Os CDBs tendem a oferecer juros compostos superiores aos títulos públicos, já que emprestar dinheiro para bancos envolve mais risco do que financiar o governo federal. Para compensar esse risco adicional, as instituições financeiras oferecem taxas mais atrativas. Ainda assim, o investimento em CDB conta com a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), até o limite de R$ 250 mil por CPF e por instituição, o que traz segurança adicional ao investidor.
Simulações práticas: quanto rende investir em CDB a 105% do CDI?
A análise mostra que aplicações de diferentes valores em CDBs com essa taxa apresentam retornos consistentes ao longo do tempo. Por exemplo, um aporte de R$ 1 mil pode render R$ 1.116,60 líquidos em um ano, enquanto R$ 10 mil chegam a R$ 11.166,02 líquidos no mesmo período. Em cinco anos, o retorno líquido sobre R$ 50 mil pode ultrapassar R$ 91 mil, evidenciando o poder dos juros compostos na renda fixa.
Premissas e projeções para 2026
Os cálculos consideram estimativas para Selic, CDI, inflação e rendimento da poupança. Para o próximo ano, a expectativa é de CDI médio em 13,59% ao ano e inflação controlada em torno de 4%. Isso reforça o potencial dos CDBs pós-fixados como alternativa para quem busca superar a inflação e obter ganhos reais.
A importância de acompanhar o DI Futuro
O investidor atento deve monitorar não apenas a taxa Selic, mas também os contratos de DI Futuro negociados na bolsa, que refletem as expectativas do mercado para os juros nos próximos anos. Essa análise permite estimar com mais precisão a rentabilidade dos títulos pós-fixados, como o CDB atrelado ao CDI.
Conclusão: CDB a 105% do CDI é destaque na renda fixa
Diante do cenário projetado para 2026, o CDB a 105% do CDI se consolida como uma alternativa eficiente para quem deseja rentabilidade superior à poupança e ao Tesouro Selic, sem abrir mão da segurança proporcionada pelo FGC. Para investidores que desejam comparar diferentes opções de renda fixa e simular retornos, a ferramenta Comparador de Renda Fixa da AUVP Analítica oferece uma análise detalhada dos principais produtos do mercado, facilitando a escolha mais adequada ao seu perfil.