Novo modelo amplia linha iPhone 17, traz USB-C e chega a R$ 7.299 no país
A Apple surpreende o mercado brasileiro ao lançar o iPhone 17e
A Apple surpreende o mercado brasileiro ao lançar o iPhone 17e, seu novo smartphone de entrada, ampliando a linha da última geração para quatro modelos distintos. O anúncio, feito nesta segunda-feira, reforça a estratégia da gigante norte-americana de democratizar o acesso à tecnologia de ponta, mesmo diante dos altos preços praticados no país.
O iPhone 17e chega equipado com o avançado chip A19, igualando-se em desempenho aos demais integrantes da família iPhone 17. Sua tela de 6,3 polegadas traz a já consagrada Dynamic Island, enquanto a câmera frontal de 18 MP e a traseira de 48 MP representam um salto em relação ao antecessor, o iPhone 16e. Embora não alcance o patamar do sofisticado 17 Pro Max, o novo modelo promete entregar qualidade fotográfica superior para o segmento de entrada.
Outro destaque é a bateria, com promessa de até 30 horas de reprodução de vídeo, além da estrutura reforçada em alumínio e o novo Ceramic Shield 2, que oferece resistência três vezes maior a arranhões em comparação ao modelo anterior. O iPhone 17e também adota o padrão USB-C, alinhando-se à tendência global de conectividade e facilitando o uso de acessórios.
No Brasil, o modelo de 256 GB chega ao mercado por R$ 5.799, enquanto a versão de 512 GB pode alcançar R$ 7.299. Os valores, significativamente superiores aos praticados nos Estados Unidos — onde o aparelho custa US$ 599 (cerca de R$ 3,2 mil) —, refletem a carga tributária e os custos de importação locais. As vendas começam em 9 de março, tanto no site oficial da Apple quanto em lojas parceiras, que costumam oferecer condições promocionais.
Com a chegada do 17e, a linha mais recente da Apple passa a contar com quatro opções: iPhone 17, 17e, 17 Pro e Air, com diferentes configurações de cor e armazenamento. A versão topo de linha pode chegar a R$ 15 mil no varejo nacional, evidenciando o posicionamento premium da marca.
O impacto do lançamento foi imediato no mercado financeiro. As ações da Apple registraram alta de 0,5% na Nasdaq, atingindo US$ 265, enquanto os BDRs negociados no Brasil avançaram mais de 2%, aproximando-se de R$ 70. O movimento reflete a confiança dos investidores na capacidade da empresa de manter sua liderança em inovação e rentabilidade, mesmo em mercados desafiadores como o brasileiro.
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