Artista canadense bate recorde de streams e destaca o poder das plataformas digitais no mercado musical
O mercado da música global em 2025 foi palco de uma disputa acirrada entre grandes nomes, mas foi The Weeknd quem se destacou ao liderar o ranking dos músicos mais bem pagos do ano.
O cantor canadense não apenas conquistou o topo da lista, como também estabeleceu um novo patamar de sucesso financeiro e digital, ao receber impressionantes US$ 298 milhões, segundo levantamento da Forbes.
O feito de The Weeknd vai além dos números: ele se tornou o primeiro artista a alcançar 30 faixas diferentes com mais de 1 bilhão de streams cada no Spotify. Esse marco não só evidencia sua popularidade global, mas também reforça a força das plataformas digitais na geração de receitas para artistas, transformando o modo como o mercado consome e remunera a música.
Enquanto isso, outras estrelas também movimentaram cifras bilionárias. Taylor Swift, com o lançamento de um novo álbum, garantiu a segunda posição, acumulando US$ 202 milhões. Beyoncé, que entrou para o seleto grupo de artistas bilionários, aparece logo em seguida, com US$ 148 milhões. Esses resultados refletem não apenas o talento, mas a capacidade de adaptação dos artistas às novas dinâmicas do mercado musical, onde streaming, turnês e acordos comerciais se entrelaçam para impulsionar receitas.
O ranking ainda destaca nomes como Kendrick Lamar, Coldplay, Shakira e Drake, todos superando a marca dos US$ 70 milhões em ganhos anuais. A diversidade de estilos e estratégias de monetização mostra que o mercado está mais plural e competitivo do que nunca, com artistas explorando diferentes fontes de receita, desde direitos autorais até parcerias com marcas e plataformas digitais.
A ascensão de The Weeknd e seus pares evidencia uma tendência clara: o domínio das plataformas de streaming e a internacionalização do consumo musical. Para investidores e profissionais atentos ao setor de entretenimento, acompanhar esses movimentos é fundamental para identificar oportunidades e antecipar tendências que podem impactar não só o universo da música, mas também setores correlatos, como tecnologia, publicidade e direitos autorais.
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