Política
14/09/2026
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Pesquisa Quaest mostra Flávio Bolsonaro à frente de Lula no 2º turno em 2026

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Levantamento indica empate técnico e destaca polarização política com impacto no mercado financeiro

O cenário político brasileiro para as eleições de 2026 ganha novos contornos com a divulgação da mais recente pesquisa Quaest, que aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma simulação de segundo turno. Este resultado marca a primeira vez, desde abril, que Flávio aparece à frente de Lula, ainda que a diferença de dois pontos percentuais (42% a 40%) esteja dentro da margem de erro da pesquisa, mantendo ambos tecnicamente empatados.

Mudança de tendência e impacto político

A oscilação positiva de Flávio Bolsonaro, que subiu um ponto percentual em relação ao levantamento anterior, contrasta com a leve queda de Lula, que recuou para 40%. Esse movimento, embora sutil, sinaliza uma possível reconfiguração das forças políticas para 2026 e reforça a competitividade do campo conservador, especialmente diante de um cenário em que a avaliação do governo federal permanece desfavorável: 50% dos entrevistados desaprovam a administração Lula, enquanto 43% aprovam.

Outros cenários e a força de Lula no primeiro turno

Apesar do avanço de Flávio no segundo turno, Lula mantém a liderança no primeiro turno, com 36% das intenções de voto contra 31% do senador. Nomes como Augusto Cury, Renan Santos, Ronaldo Caiado e Romeu Zema aparecem distantes, com percentuais que variam entre 1% e 7%. O índice de indecisos e votos brancos ou nulos também permanece relevante, indicando um eleitorado ainda volátil e atento aos próximos movimentos dos principais candidatos.

Na pesquisa espontânea, Lula mantém 28% das intenções, enquanto Flávio Bolsonaro avança de 20% para 23%, evidenciando um crescimento orgânico de sua base de apoio.

Análise e projeção para o mercado

A dinâmica eleitoral capturada pela Quaest sugere que o ambiente político seguirá marcado por forte polarização e incerteza, fatores que tradicionalmente impactam o humor do mercado financeiro e as decisões de investidores institucionais e individuais. A volatilidade nas pesquisas pode influenciar expectativas sobre políticas econômicas, reformas e estabilidade institucional, temas centrais para quem acompanha o mercado brasileiro.

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