A Companhia Siderúrgica Nacional é uma multinacional de capital aberto, com atuação nos setores de energia, logística, siderurgia, cimento e mineração. Além disso, também faze parte do processo de produção da empresa todas as etapas produtivas do aço, desde a extração do minério de ferro até a comercialização da diversificada linha de produtos siderúrgicos.

Por conta do sistema de produção, feito de forma integrada, a empresa disponibiliza baixos custos de produção, aliados à qualidade de gestão. O principal produto da Companhia, o aço, está presente nos variados segmentos que a empresa possui:
Construção civil;
Setor automotivo;
Embalagens;
Linha Branca;
A história da Companhia Siderúrgica Nacional teve início em 1941, após o então presidente do Brasil, Getúlio Vargas, fundar a empresa estatal durante o seu governo. Alguns anos após a fundação, em 1946, a primeira usina da empresa foi inaugurada e, em homenagem ao presidente, passou a se chamar Usina Presidente Vargas.

Durante as décadas de 1960 e 1980, a empresa deu início ao processo de expansão da produção, onde aumentou, em 1989, a capacidade instalada para 4,6 mil toneladas. Logo depois, em 1993, o governo se desfez de 91% das ações que detinha na empresa, após a Companhia ser vendida em leilões da Bolsa de Valores, no Rio de Janeiro.
Já em 1996, como parte do processo de expansão produtiva, a Companhia adquiriu participações no Porto de Itaguaí (RJ) e Ferrovia MRS. Um ano depois, em 1997, as ações da empresa passaram a ser negociadas no Nível II da Nyse, Bolsa de Valores de Nova York.
Em 1998, a distribuição de aço na empresa foi intensificada com a aquisição de duas grandes empresas do setor, a INAL e a Intermesa. O processo de internacionalização da CSN teve início em 2001, quando a empresa adquiriu ativos da Heartland Steel, nos Estados Unidos.

Após cinco anos, foi a vez da CSN adquirir 100% da Lusodier, em Portugal. Já em 2013, a Companhia realizou a aquisição da siderúrgica alemã alemã StahlwerkThüringen GmbH SWT.
Recentemente, em 2019, as empresas Vicunha Aços S.A e Rio laco se tornaram as principais controladoras do Grupo CSN, com respectivamente, 48,97% e 4,19%, das ações. As demais ações, cerca de 20%, ficaram a cargo da Bolsa de Nova York, sendo 0,53% em tesouraria e 25% em free float.
