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O Índice Brasil 100 (IBrX 100 ou IBXX) está cotado em 71262.83 pontos.
O Índice Brasil 100 (IBrX 100 ou IBXX), também conhecido simplesmente como IBrX, é um indicador do desempenho médio das 100 ações mais negociadas e representativas do mercado brasileiro. Criado em 2002 pela então Bovespa (atual B3), o índice oferece uma visão mais abrangente do mercado que o IBrX 50, mantendo foco nas ações de maior liquidez.
O índice serve como uma alternativa ao Ibovespa, oferecendo uma carteira menos concentrada e mais diversificada em termos de número de empresas representadas.
O IBrX 100 é amplamente utilizado como benchmark por gestores de fundos de ações e investidores institucionais. Por incluir 100 empresas, oferece uma diversificação maior que o Ibovespa (que tipicamente contém entre 70 e 90 ações) e o IBrX 50.
Uma das principais vantagens do índice é sua metodologia de ponderação, que prioriza a liquidez dos ativos. Isso resulta em uma carteira menos concentrada em poucas empresas de grande capitalização, como Vale e Petrobras, que tendem a dominar o Ibovespa.
O índice também é importante como referência para produtos de investimento, sendo a base do ETF BRAX11, que permite aos investidores obter exposição às 100 ações mais negociadas através de um único ativo.
O IBrX 100 é um índice de retorno total, refletindo tanto as variações de preços quanto o impacto da distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio pelas empresas componentes.
Os critérios de inclusão são: estar entre as 100 primeiras posições do Índice de Negociabilidade no período de vigência das três carteiras anteriores, ter presença em pregão de 95% no mesmo período, e não ser penny stock (preço abaixo de R$ 1).
Estão excluídos do índice BDRs e ativos de companhias em recuperação judicial ou extrajudicial, regime especial de administração temporária ou intervenção. Ativos de empresas que realizaram Oferta Pública podem ser incluídos desde que a oferta tenha ocorrido antes do último rebalanceamento.
Os ativos são ponderados pelo valor de mercado do free float (ações em circulação disponíveis para negociação), com limite de participação baseado na liquidez. A composição é revisada quadrimestralmente.
Empresas frequentemente presentes no índice incluem Petrobras, Vale, Itaú Unibanco, Bradesco, Ambev, B3, Weg, entre outras companhias de grande capitalização e alta liquidez.
Investidores podem obter exposição ao IBrX 100 através do ETF BRAX11 (iShares IBrX-Índice Brasil), que busca replicar a performance do índice. O fundo investe no mínimo 95% de seu patrimônio em ações do IBrX 100.
A maior diversificação do IBrX 100 em relação ao Ibovespa pode ser atrativa para investidores que buscam reduzir a concentração de suas carteiras em poucas empresas dominantes. Historicamente, o desempenho do índice tende a ser similar ao do Ibovespa, com pequenas variações decorrentes das diferenças de composição.