Dados da Empresa
CNPJ
Valor de Mercado
Quantidade de Ações
Segmento de Listagem
Data de IPO
Indicadores Chave
P/L
P/VP
DY
Tag Along
Free float
Selo de Viabilidade
Dados da Empresa
CNPJ
Valor de Mercado
Quantidade de Ações
Segmento de Listagem
Data de IPO
Indicadores Chave
P/L
P/VP
DY
Tag Along
Free float
Selo de Viabilidade
A elevação da dívida líquida em relação ao patrimônio líquido da CPFL Energia é atribuída principalmente ao seu agressivo plano de investimentos, financiado por meio de endividamento, e aos desafios operacionais enfrentados recentemente. Embora a alavancagem tenha aumentado, ela permanece dentro dos limites estabelecidos pela empresa, que exige uma relação Dívida Líquida/EBITDA menor ou igual a 3,75x. Está na minha carteira, sigo acompanhando a performance da empresa após os investimentos citados.
Lucros consistentes ao longo dos 10 anos, esta na minha carteira.
Tem bons indicadores, é um setor perene e já fui cliente CPFL em Ribeirão Preto e gostei do atendimento. Os serviços online deles facilitam bastante a vida do cliente na minha percepção, o que me agradou muito.
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Dados da Empresa
CNPJ
02.429.144/0001-93
Valor de Mercado
R$ 44 bi
Quantidade de Ações
1,15 bi
Segmento de Listagem
NOVO MERCADO
Data de IPO
02/06/2003
Indicadores Chave
P/L
8.09
P/VP
2.16
DY
7.18%
Tag Along
100.00%
Free float
16.29%
Selo de Viabilidade
Saiba se o ativo é viável ou é bomba
ipdj9
y5sdrg
nxbyc
gj7p5
Para o cálculo de viabilidade são utilizados 4 indicadores fundamentalistas.
Saiba se o ativo é viável ou é bomba.
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Bom
A CPFL Energia S/A é uma holding do setor de energia elétrica, que atua na distribuição, geração e comercialização de energia por meio de suas subsidiárias. Com mais de um século de história, a empresa atende 9,1 milhões de clientes, sendo referência em energia de fontes renováveis no Brasil.
A matriz da CPFL é bastante diversificada e conta com pequenas e grandes centrais hidrelétricas, além de parques eólicos, usinas de biomassa, térmicas a óleo combustível e uma usina solar no estado de São Paulo.
A companhia possui operações nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais, onde presta os seguintes serviços:
No segmento de distribuição, a CPFL Energia atua por meio de 5 distribuidoras, que ao todo atendem a 679 municípios e distribuem energia elétrica para mais de 9,5 milhões de clientes nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraná.
Já a geração convencional é feita por meio da subsidiária CPFL Geração, onde até 2018, a capacidade instalada da empresa era de 2.198 MW. A geração de energia renovável – que inclui energia de fontes renováveis, como eólicas, térmicas, biomassa e solar – é feita pela CPFL Renováveis.
Por fim, a comercialização de energia elétrica é realizada por meio da subsidiária CPFL Brasil, que vende energia elétrica para todo o território nacional.
Além disso, a CPFL Energia ainda possui como números:
Quando a CPFL Energia – Companhia Paulista de Força e Luz – foi criada, em 1912, o uso da eletricidade já era necessidade. Isso porque empreendimentos de geração e distribuição de energia começaram a crescer e se multiplicar, especialmente em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
A partir da organização de comerciantes e fazendeiros locais, diversas cidades do interior paulista já possuíam energia elétrica, produzida por hidráulicas em sua grande maioria. Essas pequenas companhias de energia passaram então a se aglutinar em áreas extensas do território nacional. Foi assim que a CPFL surgiu, em 1912.
Assim, bem no início do século XX, por meio da iniciativa dos engenheiros Manfredo Antônio da Costa e José Balbino de Siqueira, uma reação no interior do estado de São Paulo começou a ser explorada para a produção de eletricidade.
Durante o processo de formação da companhia, a empresa incorporou a Empresa Força e Luz de Botucatu, além das empresas Força e Luz de São Manoel, a Companhia Elétrica do Oeste de São Paulo e a Empresa Força Luz Agudos Pederneiras, que na época eram responsáveis pelo fornecimento de energia em 13 municípios da região central de SP.
Em 1919, a CPFL adquiriu o controle da Empresa de Eletricidade de Bauru que, além do município de Bauru, também atendia regiões próximas. Já em 1927, o controle acionário da empresa foi transferido para o grupo American & Foreign Power Company (Amforp), empresa que fazia parte do grupo norte-americano Electric Bond Corporation.
Mais tarde, em 1947, o governo federal autorizou a CPFL a incorporar 22 empresas subsidiárias da Amforp em São Paulo. O processo foi concluído em 1950, e a companhia passou a responder por abastecimento energético de 155 municípios, o que totaliza mais de 300 núcleos urbanos, como Campinas, Piracicaba, Ribeirão Preto, Bauru e Araraquara.
Já em 1964, a CPFL e as demais concessionárias do grupo Amforp passaram a fazer parte do quadro de subsidiárias da Eletrobrás, empresa holding federal. Em 1975, após acordo feito entre a Eletrobrás e o governo de São Paulo, o controle acionário da empresa passou para a Central Elétrica de São Paulo – Cesp, que manteve a personalidade jurídica própria e o perfil de empresa distribuidora de energia elétrica da CPFL.
Em 1986, a CPFL se tornou a primeira empresa de energia elétrica a firmar contratos de compra de energia de biomassa advindos da cana-de-açúcar. Já em 1997, a CPFL foi privatizada pelo governo de São Paulo, onde passou a fazer parte do consórcio formado pela VBC Energia, o Fundo de Pensão dos Funcionários do Banco do Brasil e a Bonaire Participações.
Anos depois, em 2002, a CPFL criou a holding CPFL Energia, que reuniu os ativos de três companhias de distribuição, sendo duas em São Paulo e uma no Rio Grande do Sul. Ao todo, a empresa passou a ter 19 centrais hidrelétricas, uma termelétrica, mais as empresas geradoras: Serra da Mesa Energia, Barra Grande Energia, Complexo Energético Rio das Antas (Ceran), Foz do Chapecó Energia e Campos Novos Energia.
Em 2004, a empresa realizou a sua primeira oferta pública de ações (IPO), tanto na bolsa de valores de São Paulo quanto na Bolsa de Nova Iorque. Já em 2009, o Grupo Camargo Corrêa assumiu o controle da CPFL Energia. No ano seguinte, a empresa iniciou a operação de sua primeira termelétrica a biomassa, instalada em São Paulo.
Logo mais, em 2011, a CPFL Energias Renováveis foi constituída, onde passou a reunir ativos e projetos de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH), termelétricas movidas a biomassa de cana-de-açúcar e usinas eólicas e solares. Por fim, em 2018, a empresa criou a CPFL Soluções.