Dados da Empresa
CNPJ
Valor de Mercado
Quantidade de Ações
Segmento de Listagem
Data de IPO
Indicadores Chave
P/L
P/VP
DY
Tag Along
Free float
Selo de Viabilidade
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Dados da Empresa
CNPJ
Valor de Mercado
Quantidade de Ações
Segmento de Listagem
Data de IPO
Indicadores Chave
P/L
P/VP
DY
Tag Along
Free float
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Dados da Empresa
CNPJ
16.404.287/0001-55
Valor de Mercado
R$ 67 bi
Quantidade de Ações
1,26 bi
Segmento de Listagem
NOVO MERCADO
Data de IPO
05/08/2004
Indicadores Chave
P/L
-9.53
P/VP
1.63
DY
3.78%
Tag Along
100.00%
Free float
49.90%
Selo de Viabilidade
Saiba se o ativo é viável ou é bomba
Não é viável para o método de Graham
yz2jz6
aja9k
Para o cálculo de viabilidade são utilizados 4 indicadores fundamentalistas.
Saiba se o ativo é viável ou é bomba.
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A Suzano é uma empresa que atua no setor de celulose. Sendo assim seu foco é a produção e venda de itens derivados dessa commoditie. No ramo de celulose seu modelo de negócios está baseado no plantio de florestas de eucaliptos a fim de gerar um portfólio completo de diversos tipos de papéis e embalagens.
Além disto a Suzano também realiza a comercialização da própria celulose crua, para outras empresas do segmento, ou que a utilizem para algum fim específico.
De um modo geral, a Companhia possui algumas importantes características que a tornam diferencial nesse mercado:
Consequentemente, a Suzano é considerada a maior empresa brasileira do agronegócio.
No ramo de celulose a empresa atua com a produção e venda de dois tipo0 principais de celulose, sendo eles:
A celulose de mercado é obtida por meio do extrativismo da celulose. Para garantir um padrão de qualidade, as árvores a serem plantadas são selecionadas de acordo com seu material genético para que o plantio favoreça o crescimento e a produção de celulose.
Em um segundo momento as mudas dos eucaliptos são reproduzidas em um viveiro, e posteriormente colocadas no campo após 120 dias do brotamento. Apenas após realização da silvicultura, ou seja, limpeza e preparo do solo, a empresa realiza o plantio.
Depois de alcançar um tamanho ideal, levando em torno de 6 a 10 anos, a colheita é realizada. Nesse cenário, entram as máquinas Feller Buncher, a qual colhe as árvores com cascas, e a Harvester, que colhe e já descasca as toras. Após serem colhidas, as madeiras são transportadas até a fábrica por caminhões, onde serão processadas, passando pelas etapas de cozimento, deslignificação, depuração, pré-branqueamento, branqueamento, secagem enfardamento.
Por fim, após serem cortadas e embaladas, os pacotes de celulose seguem para a logística industrial. Incrivelmente, esta grande indústria do agronegócio é a quinta maior produtora de celulose de mercado do mundo.
Simplificadamente, a celulose do tipo fluff é utilizada nos segmentos de absorventes e fraldas descartáveis uma vez que possuem alta capacidade de absorção. Diante da alta demanda do mercado por este item, a Suzano desenvolve a Eucafluff, um celulose de fibra curta, que mantém a mesma capacidade de absorção apresentada pela celulose fluff de fibra longa, comumente empregada com este fim. Atualmente, a empresa possui uma capacidade de produção de mais de 100 mil toneladas por ano deste material.
A longa trajetória desta empresa começa em 1924, ano em que o imigrante ucraniano Leon Feffer funda a Suzano Papel e Celulose. Cerca de 17 anos depois, iniciam as operações na primeira fábrica de papéis em São Paulo-SP, no bairro do Ipiranga.
Em 1956, a Companhia inicia a produção de celulose a partir da fibra do eucalipto. No ano seguinte, ela adquire uma planta fabril na cidade de Suzano-SP.
Entre os anos de 1960 e 1990, a Suzano realiza diversas aquisições importantes a fim de expandir seus negócios. Sendo assim, ela realiza a compra da Indústrias de Papel Rio Verde, possibilitando produzir celulose e papéis totalmente feitos de fibra de eucalipto em larga escala.
Logo, em 1975 iniciam as exportações de papel para a Europa. Nesse meio tempo, em 1982, a pesquisa e desenvolvimento da empresa geram ótimos resultados, permitindo que ela aplicasse a biotecnologia em suas plantações, através das práticas de micropropagação, isto é, do cultivo de espécies de árvores in vitro.
Já em 1992, ela começa a atuar no sul da Bahia com a produção de celulose. No século seguinte, em 2004, a Companhia realiza a aquisição da Ripasa, futura unidade localizada na cidade de Limeira-SP, em um consórcio junto à VCP.
Em 2010, a Suzano adquire a Futuragene, empresa pioneira em biotecnologia para aumento de produtividade em seus ativos florestais.
O ano de 2012 é marcado pela oferta pública inicial de suas ações, proporcionando uma captação que totalizou R$ 1,48 bilhão, sendo que seus estes ativos passaram a ser negociados no segmento do Novo Mercado apenas cinco anos depois, em 2017.
Pouco tempo depois, em 2014, a empresa inaugura mais uma unidade, agora em Imperatriz-MA. Apenas um ano depois, a já reconhecida Suzano realiza compra de metade da Ibema, terceira maior fabricante de papel cartão do país na época.
Mais recentemente, em 2019, ela realiza uma fusão de extrema importância com a Fibria, gerando uma sinergia fundamental para atingir a liderança nesse mercado e alcançar uma presença global marcante.