Dados da Empresa
CNPJ
Valor de Mercado
Quantidade de Ações
Segmento de Listagem
Data de IPO
Indicadores Chave
P/L
P/VP
DY
Tag Along
Free float
Selo de Viabilidade
Dados da Empresa
CNPJ
Valor de Mercado
Quantidade de Ações
Segmento de Listagem
Data de IPO
Indicadores Chave
P/L
P/VP
DY
Tag Along
Free float
Selo de Viabilidade
História bacana! + uma para estudo.
Poderia dá uma revisada na divida liquida /ebitida, acredito está distoando de outras fontes de consultas.
serio ?, pior que isso tava me chamando a atenção tbm. tá muita alta essa divida/ EBITDA
Pessoal, está tudo certo com o indicador.
olá, boa noite. estava comparando e analisando a divida liq./ ebitda em outros sites e elas nao batem com os dados daqui. aqui a divida ta acima de 3 e nas outras fontes está 2 mais ou menos. gostaria que checassem isso pra ver se realmente esta correto o dado.
Fala, Vitor! Está tudo certo com o indicador.
Apesar da Div. Líquida/EBITDA não esteja menor que 2 nos últimos 5 anos e a empresa tenha menos de 30 anos , ainda considero viavel ; NOTA 6
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Dados da Empresa
CNPJ
02.474.103/0001-19
Valor de Mercado
R$ 31 bi
Quantidade de Ações
815,92 mi
Segmento de Listagem
NOVO MERCADO
Data de IPO
01/03/2002
Indicadores Chave
P/L
7.29
P/VP
2.89
DY
6.98%
Tag Along
100.00%
Free float
31.28%
Selo de Viabilidade
Saiba se o ativo é viável ou é bomba
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Para o cálculo de viabilidade são utilizados 4 indicadores fundamentalistas.
Saiba se o ativo é viável ou é bomba.
Carregando dados
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A Engie Brasil Energias S.A é a maior empresa privada de fornecimento de energia elétrica do Brasil. De olho no ranking das maiores do segmento nacional, no setor elétrico, é possível notar que a companhia só perde para a estatal Eletrobrás.
A Engie está no país há mais de 20 anos. Além disso, faz parte do grupo internacional Engie Energy International, cotado nas bolsas de Paris e Bruxelas sob o código ENGI.
No Brasil, a companhia trabalha na produção e transmissão de energia elétrica com base em aparatos de qualidade e conhecimento reconhecido globalmente.
O cenário por trás da origem da Engie está relacionado à criação da Nacional Energética pelo Banco Nacional, em 1994. Na época, a criação da empresa estava atrelada à conclusão das obras da Usina Serra da Mesa, no Rio Tocantins, que só foi possível através da parceria com outra empresa, a chamada Furnas, em 1995.
De olho na expansão do cenário de energias brasileiro, a companhia belga Tractebel veio para o Brasil. Através de uma das ramificações da empresa, a Tractebel Energy and Gás International chegou, em 1995, para constituir parcerias e aproveitar o cenário ativo e promissor.
O primeiro escritório no Brasil
Um ano após se estabelecer no país, a Tractebel abriu sua primeira sede brasileira, no Rio de Janeiro, em 1996. Depois de se instituir no Brasil, a companhia estrangeira criou a sua primeira marca oficialmente brasileira, a Tractebel Brasil Limitada, em 1997.
Apesar de visar o cenário expansivo, a empresa recusou o financiamento brasileiro concedido pelo BNDES e injetou pesados 801,5 milhões de dólares para crescer e se tornar mais competitiva.
Com os investimentos internacionais, a Tractebel Brasil Ltda garantiu a concessão da Usina Hidrelétrica de Cana Brava no Rio Tocantins, em 1998. No mesmo ano, a empresa fez a aquisição da companhia estatal Gerasul.
A Gerasul teve origem na cisão dos ativos de geração e transmissão da Eletrobrás e, com o salto, a Tractebel garantiu duas novas usinas em construção (Itá e Machadinho).
O momento é tido, para muitos, como o início do formato que conhecemos como Engie, pois, com a aquisição da Gerasul, a companhia começou a contar com uma capacidade de geração futura de 3.719 MW.
Após a aquisição de duas obras em andamento, a Tractebel Brasil Ltda investiu no sentido de concluir a inacabada Usina Hidrelétrica Itá, que havia entrado em atuação alguns anos depois.
O procedimento foi bem sucedido e as obras terminam no ano 2000, garantindo uma capacidade geradora de 1.450 MW para a empresa. No mesmo ano, a Tractebel Ltda assinou seu primeiro contrato de livre transmissão para um consumidor livre através de uma venda direta.
O crescimento da empresa ficou ainda mais evidente no chamado “blackout”, que ocorreu no ano de 2001, por déficit de linhas de transmissão no país.
O Governo Federal decretou o racionamento de energia, o que possibilitou a empresa de aproveitar a deixa e colocar em uso a recém-adquirida Usina Termelétrica William Arjona (MS).
Neste sentido, a empresa começou a diversificar nos meios de obtenção de energia, incrementando 190 MW à capacidade produtiva da Tractebel.
Em 2002, a companhia cresceu bastante, principalmente por conta da necessidade brasileira por novas fontes de energia e linhas de transmissão. Ainda em 2002, o setor elétrico é marcado vários leilões promovidos naquele ano.
Dentre os diversos leilões, a Tractebel saiu vencedora, na Hidrelétrica Estreito, no Tocantins, com uma capacidade de 1.087 MW.
O ano também foi marcante para companhia por conta consolidação da Usina Hidrelétrica Cana Brava. Também foram iniciados os trabalhos da Usina Hidrelétrica de Machadinho, que a empresa havia herdado da Gerasul.
Com a companhia já estava estabelecida, robusta e confiante, a empresa promoveu o primeiro leilão de venda de energia elétrica no país, também, 2002.
Um ano após o leilão, em 2003 a empresa entrou para a lista de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo da ONU. Em seguida, em 2004, iniciou no mercado de livre fornecimento de energia. Os contratos somavam uma demanda média de 700 MW e, com o reconhecimento, a empresa ganhou dois certificados de renome, ISO 9001 e 14001.
O crescimento da Tractebel era evidente, os contratos haviam alcançado um fornecimento médio de 1.000 MW e, em 2005, a empresa abriu seu capital na Bolsa de Valores brasileira. Com o dinheiro do IPO, em 2007, a empresa adquiriu a Ponte de Pedra S.A, adicionando mais uma hidrelétrica pra sua capacidade produtiva.
Já em 2008, a Tractebel International passou a se chamar SUEZ e se fundiu com a estatal francesa Gaz de France, formando o grupo GDF SUEZ. Naquele mesmo ano, a companhia iniciou as obras da Usina Termelétrica Ibitiúva, entrando no segmento de biomassa.
Com a entrada da inglesa International Power, a GDF SUEZ, em 2016, começou a adotar uma marca forte. O processo acarretou em um rebranding, transformando nossa queridinha na Engie Brasil Energias S.A.
Em seguida, a Engie Brasil começou a diversificar no segmento eólico e entrou no mercado fotovoltaico. Com isso, o TBLE3 virou EGIE3, consolidando o nome já existente internacionalmente no Brasil.
A instalação no mercado fotovoltaico aconteceu ainda no mesmo ano, com a entrada na Engie no nicho de Geração Fotovoltaica Distribuída. Além disso, em 2017, a empresa entrou no chamado Varejo de Energia, aumentando consistentemente seus lucros.
A partir disso, a Engie iniciou, paralelamente, sua entrada no segmento de linhas de transmissão, com a aquisição de 1.000 KM de linhas no Paraná, por meio da arrematação do lote um do leilão de transmissão nº de 2017 realizado pela Aneel.
O crescimento da Engie que conhecemos não para por aqui. Recentemente, em 2018, a empresa fez a aquisição da GV Energy, considerada líder no mercado de gestão de energias e gás.
Assim, através da aquisição da ACS ainda em 2018, a Engie carimbou o passaporte no nicho de monitoramento de energia. O ano de 2018 foi de diversas aquisições e a companhia conseguiu, também, a Sadenco – líder no segmento de iluminação pública.
No ano passado, foi dado mais um grande passo no processo expansivo da companhia, que fez o dever de casa ao se estabelecer no mercado de gás através da aquisição da TAG (na qual falamos pra você no começo deste artigo).
Agora, mais do que nunca, a Engie crava a palavra diversificação no fornecimento de energia, oferecendo serviços em setores como: